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terça-feira, 20 de março de 2012

BC amplia situações de risco de lavagem de dinheiro

Fonte: Valor Econômico


O Banco Central (BC) já baixou novas normas de prevenção à lavagem de dinheiro para se adequar às mudanças feitas pelo Grupo de Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo (Gafi) em suas 40 recomendações de combate ao crime. As mudanças foram anunciadas pelo Gafi em fevereiro para aperfeiçoar os métodos utilizados pelos 180 países que compõem o órgão para evitar a lavagem. Na semana passada, o BC publicou a Carta-Circular nº 3.542, que aumenta de 43 para 106 as situações sobre as quais os bancos devem ficar atentos para evitar que sejam usados por seus clientes para lavar dinheiro.

Como calcular sua independência financeira?

Por: André Rocha
Seção: Investimentos (Jornal Valor Economico)

Quanto devo juntar para viver das minhas aplicações? Conheça a fórmula. Além do gasto familiar, os juros reais assumem papel relevante nessa equação. Com a expectativa da queda da Selic, o investimento em bolsa ganhará papel de destaque no portfólio dos investidores nos próximos anos.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Última chamada para a festa da bolsa

Fonte: Valor Economico

Por Flavia Lima

 Luis Stuhlberger: "Nos próximos 90 a 120 dias, se as coisas não piorarem, teremos sim uma puxada na bolsa"
Regis Filho/Valor / Regis Filho/Valor"Aproveitem a festa, mas não fiquem demais", recomendou Luis Stuhlberger ao falar de investimentos em bolsa para uma plateia de 90 ouvintes atentos em uma segunda-feira à noite em São Paulo. "Meu palpite é que o dólar vai subir, mas, nos próximos 90 a 120 dias, se as coisas não piorarem, teremos sim uma puxada na bolsa", emendou.
Segundo ele, uma inflação de serviços de, em média, 12% ao ano vai acabar afetando o câmbio. "Mas antes disso o dólar é capaz de cair ainda mais, com tudo o que ainda podemos ver de investimentos estrangeiros diretos, IPOs [ofertas iniciais de ações] e de dinheiro vindo para a bolsa", disse. "Esse problema não vai ser agora".

Pirâmide com consignado traz perdas de R$ 50 milhões

Fonte: Valor Econômico

Por Karin Sato

Em uma noite de fevereiro de 2011, como era de costume, Lenilton Leal de Freitas, militar da Aeronáutica residente em Anápolis (GO), 49 anos, foi ao culto de sua igreja. Ao término, antes de voltar para casa, relatou seus planos de comprar um apartamento a um conhecido que, por coincidência, trabalhava em um correspondente bancário chamado Filadélphia Empréstimos Consignados. "Foi uma conversa informal e ele disse para eu passar por lá, se estivesse precisando de dinheiro", lembra. "Acabei indo, porque necessitava de recursos para pagar a entrada do imóvel."
Ao chegar lá, Freitas relatou seu interesse em um empréstimo. O atendente se apressou a apresentar outro produto muito rentável, um investimento que garantia retorno mensal de 3,5% além da caderneta de poupança. A sugestão feita a ele foi pegar o dinheiro do crédito consignado e, em seguida, investir os recursos nessa aplicação. Mensalmente, o rendimento seria creditado em sua conta. Com esse dinheiro, ele quitaria a prestação do empréstimo consignado e ainda teria uma margem de lucro todos os meses. Mais: ao fim de um prazo estipulado, o investidor receberia o principal (valor aplicado inicialmente) de volta.

quarta-feira, 7 de março de 2012

As lições de um investidor que anda pela contramão

Fonte: www.jornalvalor.com.br

Por Flavia Lima

Presidente da Bahema, Ferreira continua ganhando dinheiro com companhias para as quais "o mundo vira as costas"
Gustavo Lourenção/Valor / Gustavo Lourenção/ValorOs avôs provavelmente desaprovariam o caminho que ele escolheu para ganhar dinheiro. Um dos patriarcas, herdeiro de uma fortuna iniciada com a venda de uma concessão de bondes no Rio de Janeiro, achava que o investimento em bolsa era algo semelhante às apostas em cavalos.
O outro, que aprendeu a ler aos 12 anos, mas aos 19 ingressava na faculdade de medicina, dizia que o capital existia basicamente para gerar emprego. Na contramão, Guilherme Affonso Ferreira escolheu fincar raízes no mercado financeiro, ambiente em que multiplicou por muitas vezes o patrimônio da família e onde hoje é reconhecido por isso.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Os obstáculos das startups no Brasil

Vladimir Ranevsky
Fonte:http://www.segs.com.br
 
Somos o País das startups e um dos países que mais atraem investimentos estrangeiros. Mas, junto à inovação e ao potencial de mercado, temos grandes carências para a implementação de novos negócios.

sábado, 15 de outubro de 2011

"A espiral da insensatez"

Fonte:www.educare.pt
Agora não é mais uma bolha que explode. É uma crise sistêmica e planetária do modelo de capitalismo financeirizado que domina o mundo. Ninguém escapa dela.

Tal como grandes animais predadores, as grandes corporações financeiras internacionais estão devastando o tecido social europeu, criando uma zona de crescente instabilidade política e colocando em risco a economia global, mas também estão criando espaços para sua contestação.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Viver ou Juntar Dinheiro?

Por: Max Gehringer

Recebi uma mensagem muito interessante de um ouvinte da CBN e peço licença para lê-la na íntegra, porque ela nem precisa dos meus comentários. Lá vai:
"Prezado Max meu nome é Sérgio, tenho 61 anos, e pertenço a uma geração azarada. Quando eu era jovem as pessoas diziam em escutar os mais velhos, que eram mais sábios agora me dizem que tenho de escutar os jovens porque são mais inteligentes.
Na semana passada eu li numa revista um artigo no qual jovens executivos davam receitas simples e práticas para qualquer um ficar rico. E eu aprendi muita coisa. Aprendi por exemplo, que se eu tivesse simplesmente deixado de tomar um cafezinho por dia, durante os últimos 40 anos, eu teria economizado R$ 30.000,00. Se eu tivesse deixado de comer uma pizza por mês teria economizado R$ 12.000,00 e assim por diante. Impressionado peguei um papel e comecei a fazer contas, e descobri para minha surpresa que hoje eu poderia estar milionário.
Bastava eu não ter tomado as caipirinhas que eu tomei, não ter feito muitas das viagens que fiz, não ter comprado algumas das roupas caras que eu comprei, e principalmente não ter desperdiçado meu dinheiro, em itens supérfluos e descartáveis.
Ao concluir os cálculos percebi que hoje eu poderia ter quase R$ 500.000,00 na conta bancária. É claro que eu não tenho este dinheiro. Mas se tivesse sabe o que este dinheiro me permitiria fazer?
Viajar, comprar roupas caras, me esbaldar com itens supérfluos e descartáveis, comer todas as pizzas que eu quisesse e tomar cafezinhos à vontade. Por isso acho que me sinto feliz em ser pobre. Gastei meu dinheiro com prazer e por prazer, porque hoje com 61 anos não tenho mais o mesmo pique de jovem, nem a mesma saúde, portanto viajar, comer pizzas e cafés não fazem bem na minha idade e roupas hoje não vão melhorar muito o meu visual.
E recomendo aos jovens e brilhantes executivos, que façam a mesma coisa que eu fiz. Caso contrário eles chegarão aos 61 anos com um monte de dinheiro, mas sem ter vivido a vida".
No mínimo, para pensar...

"Não eduque o seu filho para ser rico, eduque-o para ser feliz.
Assim, ele saberá o valor das coisas, não o seu preço"

quinta-feira, 14 de julho de 2011

São Paulo se torna a 10ª cidade mais cara do mundo, diz estudo

Capital paulista subiu 11 posições e ultrapassou Londres, Paris e Nova Iorque
Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo
GENEBRA - São Paulo supera Londres, Paris e Nova Iorque e se torna a décima cidade mais cara do mundo. Segundo a consultoria Mercer, viver hoje na capital paulista sai mais caro que na grande maioria das cidades europeias e americanas. O estudo é feito com base no custo que empresas multinacionais precisam gastar para manter um funcionário estrangeiro na cidade.

Em 2010, São Paulo era apenas a 21ª cidade mais cara do mundo. Mas a valorização do real e a explosão de preços de aluguel e alimentação fizeram com que a cidade desse um dos maiores saltos entre as 214 cidades avaliadas.

O Rio de Janeiro também subiu no ranking, passando da 29ª cidade mais cara do mundo em 2010 para a 12ª neste ano.

A cidade mais cara do mundo para um estrangeiro viver é Luanda, seguida por Tóquio. Moscou é a quarta, seguida por Genebra. Zurique, também na Suíça, é a sétima mais cara do mundo. Nova Iorque é apenas a 32a cidade mais cara do mundo.

Fonte: O Estado de S. Paulo - 12/7/2011

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Economia brasileira é 'bicicleta difícil de pedalar,' diz 'Financial Times'

Fonte: BBC Brasil

Em  editorial, jornal adverte que valorização do real e boom de crédito ameaçaminterromper o ciclo de crescimento econômico do Brasil.

A fortevalorização do real e o aumento da disponibilidade de crédito como consequênciado grande fluxo de capitais para o Brasil ameaçam interromper o ciclo decrescimento econômico do país, segundo adverte um editorial do jornal britânicoFinancial Times publicado nesta sexta-feira.
Em umtexto intitulado "Feridas brasileiras", o jornal compara a economia brasileiraa uma bicicleta. "Ela funciona enquanto estiver em movimento", diz oeditorial. "Agora, porém, está ficando mais difícil pedalar."
O jornalobserva que o real se valorizou 40% em termos reais desde 2006 e que no mesmoperíodo as importações brasileiras quase dobraram, enquanto as exportaçõescresceram apenas 5%.
"Aúnica razão pela qual o déficit em conta corrente brasileiro não explodiu sãoos altos preços das commodities. Mas esse boom pode não durar parasempre", alerta o jornal.

Carro novo: do sonho ao pesadelo; como evitar o descontrole

Fonte:InfoMoney.com.br
08 de julho de 2011 • 10h02
Por: Diego Lazzaris Borges

SÃO PAULO – Apesar de proporcionar maior facilidade de locomoção, um carro pode trazer despesas adicionais bastante elevadas para o consumidor, especialmente quando é comprado por meio de financiamento.
De acordo com o educador financeiro e presidente do Instituto Dsop, Reinaldo Domingos, muitas vezes, a realização do sonho de comprar um veículo traz consigo o risco do descontrole financeiro.
Em um cálculo aproximado de gastos com combustível, seguro, IPVA, DPVAT, manutenção, depreciação, estacionamentos, lavagem e eventuais multas, o educador financeiro aponta que, ao final do mês, o custo de um veículo popular usado, no valor de R$ 20 mil, atinge em média R$ 500 mensais, sem contar o financiamento.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A bolha das reservas deve estourar entre 2013 e 2015

Fonte: Clipping
Sobre risco cambial, besouros e borboletas
Autor(es): Francisco Lopes | Do Rio
Valor Econômico - 15/06/2011

A inflação de 2012 deverá ficar abaixo de 5%, com a economia crescendo entre 4% a 4,5%. Será, porém, uma vitória de Pirro. Em algum momento ocorrerá uma inevitável correção para cima na cotação do dólar, com grande probabilidade de uma traumática "parada súbita".

É fácil ser otimista sobre a evolução da macroeconomia brasileira no curto prazo. A combinação de juros elevados, taxa de câmbio praticamente estabilizada e menor pressão nos preços internacionais de alimentos e petróleo, reduzirá a inflação em 12 meses do IPCA já a partir de outubro próximo. A inflação de 2012 deverá ficar abaixo de 5%, com a economia mantendo o crescimento na faixa de 4% a 4,5%.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"Saia da festa antes da bolha brasileira explodir", diz artigo do FT

Texto no Financial Times aponta suposta bolha em formação no Brasil e aconselha presidente Dilma Roussef a procurar "medidas efetivas, ainda que impopulares", para evitar o pior

Mirela Portugal, de São Paulo – É melhor abandonar as apostas na economia brasileira enquanto não é tarde demais. A recomendação bastante clara e um tanto amedrontadora é de articulista do Financial Times em artigo na edição desta quarta-feira (1). O texto publicado na seção Opinião do jornal britânico afirma que não haveria duvidas de que a economia nacional está superaquecida e caminha rumo à bolha.
Assinado por Moisés Naim, ex-editor-chefe da revista Foreign Policy e hoje associado da Carnegie Endowment for International Peace, o artigo tenta provar que a mistura de moeda forte, consumo e crédito fortalecidos, pleno emprego e euforia dos investidores estrangeiros é uma bomba-relógio.
“A demanda crescente torna tudo mais caro. De fato, enquanto o Brasil continua a ser um país muito pobre, é atualmente um dos mais caros do mundo”, diz Naim. O articulista cita como exemplos preocupantes os preços de imóveis do Rio de Janeiro e São Paulo, que teriam dobrado desde 2008, os aluguéis de escritórios no Rio de Janeiro mais caros que Nova York, e a inflação acelerada, que já entrou na mira da preocupação governamental. “Tudo isso junto aparenta não apenas um superaquecimento, mas o preocupante começo de uma bolha”, resume Naim.
O articulista acredita que a presidente Dilma Rousseff deva “tomar medidas hoje para desaquecer a economia, mesmo que isso envolva decisões impopulares”. Caso ela não aja agora, diz o autor, “os mercados financeiros irão, no momento apropriado, impor as correções necessárias de um modo mais brutal".
A crise que aguarda na esquina já foi vista antes, diz Naim, em situações como as do México, da Rússia e das economias asiáticas em rápido crescimento. Por fim, o artigo encerra tão enfático e incisivo quanto começou: “Exuberância e complacência são os dois inimigos ameaçando o atual sucesso do Brasil”.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Financial Times: Brasil pode se tornar a Nigéria ou a Venezuela do petróleo

Fonte: Revista Veja

Pré-sal: Brasil precisa de cuidado para não cometer os mesmos erros de Nigéria e Venezuela, avalia FT


Em análise publicada nesta quarta-feira, o jornal britânico Financial Times afirmou que o Brasil pode se tornar a Nigéria ou a Venezuela do petróleo, caso não administre bem as reservas do pré-sal. Para o FT, esses países “ficaram viciados” no dinheiro oriundo do petróleo. “Isso leva à má administração e corrupção”, diz o jornal.

domingo, 13 de março de 2011

A próxima crise financeira

13 de março de 2011 0h 00
Barry Eichengreen - O Estado de S.Paulo

Quando trabalhei no Fundo Monetário Internacional nos anos 90, um dos membros da equipe administrativa tinha o hábito de carregar no bolso do casaco uma lista de países que mais provavelmente experimentariam problemas financeiros graves. Isso não o capacitou, nem ao Fundo, aliás, para prever a crise financeira asiática. Mas, mesmo assim, a prática era uma forma útil de autodisciplina. Era uma maneira de meu colega se lembrar de ficar permanentemente atento aos riscos.

quinta-feira, 10 de março de 2011

Brasil não corre risco de bolha como a norte-americana, diz Bradesco

Por: Equipe InfoMoney
02/03/11 - 17h33
Fonte: InfoMoney

SÃO PAULO - Mesmo com o elevado endividamento das famílias brasileiras, não há risco de uma bolha de crédito no país nos próximos anos, disse Fernando Honorato Barbosa, economista coordenador do Departamento de Estudos e Pesquisas Econômicas do Banco Bradesco. Em teleconferência nesta terça-feira (2) junto a investidores, Barbosa refutou uma reportagem do Financial Times que aponta para o risco de uma crise de subprime brasileira semelhante à vista nos Estados Unidos em 2008.

quarta-feira, 2 de março de 2011

O Olho do dono é que engorda o boi?

Flávio Barcellos Guimarães
Consultor da ProLucro
http://www.prolucro.com.br/

Esse artigo pretende ser o primeiro de alguns esparsos sobre uma série de ditados que permeiam o mundo dos negócios. Um ditado é uma forma simples e objetiva de propagar uma “verdade”. Ditados são úteis, mas sua simplicidade esconde perigos, afinal, “toda regra tem exceções” (até essa) e, às vezes, muitas exceções. Além disso, muitas “verdades” envelhecem e morrem, acontecendo o mesmo com os ditados.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Conheça os erros mais comuns dos jovens, quando o assunto é investimento

Por: Equipe InfoMoney
21/02/11 - 17h44
InfoMoney

SÃO PAULO – Que os jovens costumam ser mais impulsivos e querem sempre fazer mil coisas ao mesmo tempo, todo mundo sabe. O problema é que, com tanta vontade, algumas vezes eles acabam tomando decisões erradas, principalmente em relação ao seu próprio dinheiro e às maneiras de investi-lo.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Paul Marshall alertou para um bolha de crédito no Brasil

Na última terça-feira, Paul Marshall, CIO da Marshall Wace e administrador da Eureka Fund, alertou para um bolha de crédito no Brasil. Segundo ele, os endividamentos comprometem 24% da renda no país, enquanto que nos Estados Unidos a bolha estourou com 14% de dívidas.


Para o Financial Times, o Brasil está num “boom de crédito”, com o aumento do consumo da classe C, que toma empréstimos a juros elevados nas instituições financeiras.

O que muda para o investidor com a nova bolsa

João Sandrini, de EXAME
Apenas a expectativa de chegada de um rival fará a BM&FBovespa correr para oferecer serviços melhores e mais baratos, dizem corretoras

João Sandrini, de Ao contrário do que acontece nos Estados Unidos e em muitos países da Europa, o negócio de bolsa de valores no Brasil é tipicamente monopolista. Até existem duas empresas no país responsáveis por transações, custódia e liquidação de ações e títulos. A BM&FBovespa domina as áreas de contratos futuros, agrícolas, ações e opções. Já a Cetip é um mercado de balcão organizado que realiza a custódia e liquidação financeira de títulos públicos e papéis de renda fixa. A empresa tem planos para crescer também nas áreas de derivativos e compra e venda de financiamentos bancários. Como uma quase não atua nos segmentos da outra, as duas não podem ser consideradas concorrentes diretas. O resultado é que o monopólio dá à BM&FBovespa um poder para cobrar de corretoras e investidores taxas proporcionalmente superiores às pagas em mercados onde existe concorrência.